Assassino quis invadir posto da GNR a tiro
Pedro Dias questionou o guarda que sequestrou sobre a rotina dos militares.
Após ter baleado mortalmente o guarda Caetano, Pedro quis invadir a tiro o posto da GNR de Aguiar da Beira. Já com a vítima mortal na mala do carro-patrulha e com outro militar que sobreviveu sobre ameaça de arma de fogo, Pedro passou em frente ao posto. Questionou várias vezes o guarda que sequestrou sobre a rotina dos militares. Queria saber quantos militares da GNR estavam no posto, se ficavam sozinhos, quando era o render da guarda. O militar, que está no hospital, não tem dúvidas de que o homem queria invadir o local a tiro. Conseguiu demovê-lo. Disse-lhe que o posto tinha videovigilância e que seria identificado.
A patrulha da GNR, recorde-se, abordou Pedro por estranhar a presença deste, à noite, no interior de uma pick-up nas imediações de um hotel em construção. Um militar foi logo abatido, quando o outro ia pedir informações via rádio. Mais tarde também este foi baleado, assim como o casal Luís e Liliane. Ele morreu, ela luta pela vida.
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