IP3 reaberto em Penacova no sentido Viseu-Coimbra após derrame de resina
Mantém-se o corte no sentido inverso, em vigor desde segunda-feira, após o derrame de resina no pavimento do IP3, na zona de Penacova.
O IP3 foi reaberto esta quinta-feira em Penacova no sentido Viseu-Coimbra, após ter estado cortado desde segunda-feira na sequência do derrame de resina no pavimento, mantendo-se o corte no sentido inverso, afirmou a GNR.
A reabertura da via no sentido Viseu-Coimbra do Itinerário Principal 3 (IP3) aconteceu por volta das 15:30, disse à agência Lusa fonte do Comando Territorial da GNR de Coimbra.
De acordo com a mesma fonte, mantém-se o corte no sentido inverso, em vigor desde segunda-feira, após o derrame de resina no pavimento do IP3, na zona de Penacova.
Em comunicado enviado à Lusa, a Infraestruturas de Portugal (IP) confirmou também esta quarta-feira a retoma da circulação no sentido Viseu-Coimbra, "na sequência dos trabalhos de limpeza e das avaliações técnicas realizadas após o derrame de resina ocorrido".
"Mantém-se, no entanto, a necessidade de prosseguir os trabalhos de reabilitação do pavimento no sentido Coimbra--Viseu, onde as intervenções em curso continuam a ser indispensáveis para assegurar a reposição integral das condições de segurança e circulação", salientou a IP.
Na quarta-feira, a IP afirmou que os trabalhos de reparação do pavimento do IP3 deverão prolongar-se "por vários dias", na sequência do derrame de resina que obrigou ao corte de estrada em Penacova.
Em resposta à agência Lusa, a IP disse, na altura, que o derrame de resina no Itinerário Principal 3 (IP3), entre o nó de Miro (concelho de Penacova) e o nó de Penacova (distrito de Coimbra), provocou "uma contaminação significativa da camada de desgaste, comprometendo as características de aderência e as condições de segurança da infraestrutura".
Face à dimensão dos danos no pavimento, concluiu-se que não bastava a remoção da resina para repor as condições de segurança de circulação naquele troço, sendo "necessária a substituição da camada superficial do pavimento nas zonas afetadas", explicou.
Também em resposta à Lusa, a IP afirmou que a empresa proprietária do veículo que derramou resina no pavimento "manifestou disponibilidade para assumir os custos inerentes à reposição das condições de circulação".
A intervenção vai contemplar a fresagem da camada de desgaste do pavimento, a aplicação de uma nova camada, a reabilitação de pavimento, execução de nova sinalização horizontal e limpeza de caldeias e órgãos de drenagem "com recurso a equipamento de recolha de águas", referiu.
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