Ivo Rosa autoriza que Sócrates tome conta de quadros apreendidos
DCIAP alega não ter condições para guardar a coleção sem que esta se deteriore.
O juiz Ivo Rosa validou um pedido do próprio Ministério Público que admitia que José Sócrates pudesse ficar fiel depositário das obras de arte que lhe foram apreendidas e que estavam à guarda do DCIAP.
O juiz autoriza e devolve o conjunto de 10 quadros ao ex-primeiro-ministro. Sócrates terá um prazo de cinco dias para aceitar, ou não, ficar fiel depositário da coleção que sempre negou ser sua.
Parte da coleção foi apreendida na casa da empregada doméstica da mãe do ex-primeiro-ministro.
O DCIAP alega não ter condições para guardar as obras de arte sem que as mesmas se deteriorem.
Idêntica decisão já tinha acontecido no caso de Ricardo Salgado quando foram apreendidas obras de arte na sua casa de Cascais. Também o banqueiro ficou fiel depositário das obras de arte.
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