Ivo Rosa autoriza que Sócrates tome conta de quadros apreendidos

DCIAP alega não ter condições para guardar a coleção sem que esta se deteriore.

08 de novembro de 2018 às 22:20
José Sócrates é o principal arguido no caso da Operação Marquês Foto: Inês Gomes Lourenço
Sócrates terá recebido luvas de 34 milhões de euros, entre 2006 e 2015 Foto: Nuno Fox/Lusa
José Sócrates Foto: João Sena Golão / Lusa
José Sócrates Foto: Sara Matos
José Sócrates Foto: Inês Gomes Lourenço

1/5

Partilhar

O juiz Ivo Rosa validou um pedido do próprio Ministério Público que admitia que José Sócrates pudesse ficar fiel depositário das obras de arte que lhe foram apreendidas e que estavam à guarda do DCIAP.

O juiz autoriza e devolve o conjunto de 10 quadros ao ex-primeiro-ministro. Sócrates terá um prazo de cinco dias para aceitar, ou não, ficar fiel depositário da coleção que sempre negou ser sua. 

Pub

Parte da coleção foi apreendida na casa da empregada doméstica da mãe do ex-primeiro-ministro. 

O DCIAP alega não ter condições para guardar as obras de arte sem que as mesmas se deteriorem. 

Pub

Idêntica decisão já tinha acontecido no caso de Ricardo Salgado quando foram apreendidas obras de arte na sua casa de Cascais. Também o banqueiro ficou fiel depositário das obras de arte.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Partilhar