Jihadista português morre na Síria
Homem era natural de Monte Abraão e estava a combater no Estado Islâmico.
Sandro "Funa", com cerca de 30 anos, um dos portugueses que se juntou ao Estado Islâmico, na Síria, morreu na sequência de um ataque aéreo, no final de outubro. O jihadista era natural de Monte Abrão, na linha de Sintra.
Segundo os serviços de segurança portugueses, a morte ocorreu no final de outubro, na sequência de ferimentos graves sofridos após um bombardeamento aéreo contra o grupo terrorista autoproclamado Estado Islâmico (EI). A mesma fonte confirmou que os familiares do jihadista (combatente do Islão) já foram informados do óbito.
Sandro morreu pouco mais de nove meses depois de ter entrado em território sírio, proveniente da Turquia. O terrorista era um dos quatro portugueses da linha de Sintra que tinham emigrado para Inglaterra. Após se converterem ao Islão, tanto Sandro, como Fábio, Celso Rodrigues da Costa e Edgar Costa, ter-se-ão radicalizado no bairro londrino de Leyton. Os quatro entraram juntos na Síria, no início deste ano.
O Correio da Manhã sabe que Sandro era um combatente de primeira fileira do EI, um dos jihadistas que estariam na frente de batalha, ao contrário de Fábio e Nero (um outro combatente de nacionalidade portuguesa), que ocupam patentes de topo na organização terrorista.
A Interpol e as autoridades portuguesas mantêm contacto permanente com os familiares de jihadistas portugueses.
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