Madrasta que asfixiou enteada fingiu consulta médica para impedir entrada da menina na escola

Lara, de 8 anos, já não foi às aulas na quarta-feira, na Escola Básica 1 de Carrazedo de Montenegro. Comunidade escolar está em choque.

18 de junho de 2026 às 13:51
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Parecia uma quarta-feira comum. Lara preparou-se, tomou o pequeno almoço e esperou a chegada do autocarro escolar. Entrou e cerca de 20 minutos depois o transporte parou junto à escola básica 1 de Carrazeda de Montenegro. A escola estava ali tão perto, mas a menina acabou por ser intercetada pela madrasta. A um funcionário, a mulher alegou que estava ali para levar Lara a uma consulta médica. O funcionário autorizou a saída e Lara já não entrou na escola na quarta-feira. Ao que tudo indica, a falsa consulta já faria parte do plano engendrado pela madrasta. Plano macabro uma vez que culminou com a morte da menina.

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FOTO: Direitos Reservados
Autocarro que transportou Lara até à escola
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A notícia da morte de Lara deixou em choque a comunidade escolar. Esta quinta-feira os alunos da turma de Lara, que frequentava o terceiro ano, não tiveram aulas. Alguns receberam apoio psicológico, outros ficaram na escola a realizar atividades ligeiras, outros optaram mesmo por seguir para casa.

Até ao momento, a direção do Agrupamento de Escolas de Valpaços ainda não reagiu ao caso. Importa perceber se a madrasta estava ou não autorizada a ir buscar a menina ou se houve negligência por parte dos funcionários.

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