Mário Mourão reeleito presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Setor Financeiro
Mário Mourão é também atualmente candidato à liderança da UGT, tendo anunciado essa sua intenção no dia 23 de setembro.
O atual presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Setor Financeiro de Portugal (SBN), Mário Mourão, foi reeleito para o quadriénio 2021-2025, um resultado anunciado esta terça-fera depois de contados todos os votos das eleições de 26 de outubro.
"Mário Mourão foi reeleito como presidente do SBN -- Sindicato dos Trabalhadores do Setor Financeiro de Portugal nos próximos quatro anos", pode ler-se num comunicado do SBN divulgado esta terça-feira.
A direção do antigo Sindicato dos Bancários do Norte agora eleita para o quadriénio 2021-2025 "concorreu numa lista única que representa um projeto de unidade e de abrangência no qual as várias sensibilidades conseguiram assumir o compromisso de colocar os interesses dos trabalhadores do setor financeiro em primeiro lugar", refere o comunicado do SBN.
"As eleições decorreram no passado dia 26 de outubro, os resultados finais foram agora apurados, altura em que foi possível contabilizar todos os votos por correspondência", refere o sindicato.
O comunicado do sindicato refere ainda que nos próximos quatro anos "os principais desafios da direção do SBN passam por promover o combate à eliminação dos postos de trabalho, aos despedimentos coletivos e às falsas rescisões por mútuo acordo", prometendo a direção também empenho "na defesa da negociação coletiva".
"Assumimos o compromisso de reforçar o papel interventivo do sindicato na defesa do trabalho digno e de salários justos. A atual situação do setor bancário é de incerteza relativamente à estabilidade desejada dos postos de trabalho, mas não hesitaremos por um segundo em defender todos aqueles que depositaram a sua confiança nesta equipa", referiu Mário Mourão, citado no comunicado do SBN.
Mário Mourão é também atualmente candidato à liderança da UGT, tendo anunciado essa sua intenção no dia 23 de setembro.
Mário Mourão enviou uma carta ao presidente da tendência sindical socialista da UGT (TSS/UGT), Carlos Silva, a anunciar a sua candidatura à presidência da tendência e, por inerência, a secretário-geral da central.
"Nunca é demais salientar o papel insubstituível que a UGT e a TSS têm desempenhado na luta contra esta chaga social e na defesa dos legítimos direitos e interesses dos trabalhadores", disse na carta dirigida a Carlos Silva, que a UGT divulgou à imprensa.
Segundo o sindicalista, foram "todos estes desafios" que o levaram a decidir candidatar-se aos cargos atualmente ocupados por Carlos Silva.
Lusa/Fim
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