McDonald’s alvo de assalto armado

O restaurante McDonald’s de Vilamoura foi alvo de um assalto à mão armada na madrugada de ontem. Os dois assaltantes agiram de cara coberta e deixaram amarrado o único funcionário que se encontrava no estabelecimento à hora do crime.

04 de dezembro de 2007 às 00:00
McDonald’s alvo de assalto armado Foto: Rui Pando Gomes
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Foi por volta das 03h00 da manhã que dois homens chegaram ao McDonald’s de Vilamoura, junto à Marina. Entraram no restaurante, que àquela hora já estava encerrado ao público, e com recurso a uma arma forçaram o funcionário que ainda lá se encontrava a abrir um dos cofres.

Um segundo cofre existente no restaurante foi arrombado com recurso a uma rebarbadora e ao abandonarem o local os dois assaltantes deixaram o funcionário amarrado. As autoridades só chegaram por volta das 04h00.

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No restaurante, os responsáveis recusaram prestar qualquer esclarecimento sobre o assalto, desvalorizando-o (ver caixa). Já a GNR que foi a primeira força da ordem a chegar ao local, contactada pelo CM não adiantou qualquer informação sobre o crime pois “o caso foi entregue para investigação à Polícia Judiciária”, explicaram.

Fonte da PJ explicou ao CM, ao final da tarde, que “as equipas estiveram na rua todo o dia e continuam a esta hora”. A mesma fonte acrescentou que a Polícia Judiciária está a desenvolver a investigação e “ainda não se sabe quer a idade, quer a nacionalidade dos indivíduos ou mesmo se a arma era verdadeira”.

GERÊNCIA TEM OUTRA VERSÃO

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O gerente da loja McDonald´s, que pediu o anonimato, disse ao CM, que “não houve nenhum assalto à loja de Vilamoura”. O responsável desdramatizou os incidentes ocorridos na madrugada de ontem, afirmando que “se tratou apenas de um furto, de 50 euros” e explicou que “um indivíduo, cerca da meia-noite, acercou-se de uma das janelas que servem os clientes do ‘McDrive’ furtando moedas da caixa registadora que, habitualmente, só tem trocos”. O gerente, confrontado com a informação de que teria havido mesmo um assalto reconheceu que “há circunstâncias em que é melhor não empolar certos incidentes”, recusando-se, tal como os funcionários, a fornecer mais informações.

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