Militar apanha 7 anos e meio de prisão por violar mulher, filmar e partilhar vídeos na Internet

Terá ainda de pagar 15 mil euros à vítima.

23 de outubro de 2024 às 01:30
Partilhar

O Tribunal da Guarda condenou um militar do Exército a sete anos e meio de prisão por violar uma mulher e gravar o crime em vídeos que depois partilhou na Internet, através de um grupo privado do WhatsApp. Em causa estão os crimes de violação e devassa da vida privada.

O caso remonta a março de 2022 e foi investigado pela PJ da Guarda. O militar, de 27 anos, atacou física e sexualmente uma mulher de 25. Agrediu-a, violou-a e filmou os crimes. Segundo o Ministério Público, o ataque "teve consequências particularmente graves, pelos danos físicos infligidos à vítima, que teve de receber assistência hospitalar. Teve de ser submetida a uma intervenção cirúrgica, com anestesia geral, que obrigou a três dias de internamento". A gravação e divulgação de vídeos da própria execução da violação, conclui o MP, "intensificam a gravidade dos factos".

Pub

O militar foi condenado a seis anos e meio pela violação e a dois anos e seis meses por devassa da vida privada. Em cúmulo jurídico foram-lhe aplicados sete anos e meio. Terá ainda de pagar 15 mil euros à vítima.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Partilhar