Militar português em luta anti-jihad
Mário Nunes está dado como desertor de uma base da Força Aérea.
Desde ontem que o soldado Mário Nunes, um militar de 21 anos empregado de mesa na messe geral da Base Aérea de Beja, está dado como desertor. Na sua página de Facebook, anunciou que se terá alistado na milícia curda YPG, que, no norte da Síria, combate, em simultâneo, os terroristas do Estado Islâmico e o regime do presidente Bashar al-Assad.
Com três anos de vida militar, Mário Nunes estava em ausência ilegítima da base de Beja desde 14 de fevereiro, após férias. A lei militar obriga a um período de 10 a 14 dias para considerar que o militar comete o crime de deserção, prazo cumprido ontem no caso de Mário Nunes. Por isso, fonte da Força Aérea disse ao CM que o caso já foi participado à Polícia Judiciária Militar, que investiga. A família não tem notícias de Mário Nunes e só sabe, pelo Facebook, onde ele escreve que aderiu à luta anti-jihadista, abandonando a Força Aérea.
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