Ministério da Justiça vai mudar serviços durante obras

Governo admite “desconforto” devido à humidade.

24 de março de 2018 às 10:20
Instalações do Tribunal de Loulé ficaram inundadas e os tacos de madeira do chão estão a saltar em vários pisos Foto: Direitos Reservados
Tribunal de Loulé Foto: CMTV
Diretoria do Sul da Polícia Judiciária, Jorge Gomes, Tribunal de Loulé, DIAP, Faro, PJ Foto: Luis Costa

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O Ministério da Justiça admite mudar alguns serviços do Tribunal de Loulé para outras instalações, dentro do edifício, durante as obras de reabilitação das zonas afetadas pela chuva que obrigaram a fechar o Palácio de Justiça.

Tal como o CM noticiou, muitos dos funcionários do tribunal algarvio estão a sofrer com ataques de tosse, dores de cabeça e gastroenterites na sequência das infiltrações e das obras que estão a decorrer no edifício.

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Questionado pelo CM, o Ministério da Justiça admite que os funcionários estão a sentir "desconforto motivado pelo cheiro da humidade ambiente decorrente das infiltrações" e garante que "foram já iniciadas as diligências que vão permitir a deslocalização de alguns serviços a título provisório, para que se possa dar início à reabilitação em definitivo das zonas afetadas".

A intervenção no piso térreo "deverá estar concluída até ao final de maio".

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PORMENORES 

Ventilação natural

Segundo o Ministério da Justiça, "os níveis de humidade foram e são controlados através da ventilação natural e forçada com o arejamento dos espaços". A delegada de saúde garante que existem condições para o funcionamento.

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Processos salvos

Apesar de algumas fontes do Tribunal de Loulé garantirem que certos processos "ficaram ensopados", o Ministério da Justiça nega e garante que "foram salvaguardados" pelos funcionários e não há necessidade de repetir diligências.

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