Ministério Público diz que militares da GNR agiram com "ódio" pelas nacionalidades das vítimas

Acusação refere que os arguidos agiram por "caprichos torpes", com "desprezo" e "em manifesto ódio" pelas nacionalidades das vítimas.

17 de dezembro de 2021 às 14:59
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O Ministério Público (MP) considera que todos os militares envolvidos num processo de sequestro e agressão de imigrantes no concelho de Odemira agiram por "caprichos torpes", com "desprezo" e "em manifesto ódio" pelas nacionalidades das vítimas.

Na acusação, à qual a agência Lusa teve esta sexta-feira acesso, o MP refere que os sete militares arguidos, "em cada um dos atos que cada um praticou, agiram em manifesto ódio" pelas vítimas.

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Um ódio "claramente dirigido" às suas nacionalidades da região do Indostão e "apenas por tal facto, e por saberem que, por tal circunstância, eram alvos fáceis".

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