Ministério Público diz que militares da GNR agiram com "ódio" pelas nacionalidades das vítimas
Acusação refere que os arguidos agiram por "caprichos torpes", com "desprezo" e "em manifesto ódio" pelas nacionalidades das vítimas.
O Ministério Público (MP) considera que todos os militares envolvidos num processo de sequestro e agressão de imigrantes no concelho de Odemira agiram por "caprichos torpes", com "desprezo" e "em manifesto ódio" pelas nacionalidades das vítimas.
Na acusação, à qual a agência Lusa teve esta sexta-feira acesso, o MP refere que os sete militares arguidos, "em cada um dos atos que cada um praticou, agiram em manifesto ódio" pelas vítimas.
Um ódio "claramente dirigido" às suas nacionalidades da região do Indostão e "apenas por tal facto, e por saberem que, por tal circunstância, eram alvos fáceis".
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