Ministério Público pede prisão efetiva para funcionário da ex-EDP no caso dos incêndios de 2017
Casimiro Pedro e outro arguido estão pronunciados por 63 crimes de homicídio e 44 de ofensa à integridade física.
O Ministério Público pediu esta quarta-feira prisão efetiva para o funcionário da ex-EDP Casimiro Pedro no processo dos incêndios de junho de 2017, em Pedrógão Grande, nos quais foram contabilizados 63 mortos e 44 feridos quiseram procedimento criminal.
Quanto ao outro arguido também funcionário da antiga EDP (atual E-REDES), José Geria, a procuradora da República Ana Mexia considerou, nas alegações finais, no Tribunal Judicial de Leiria, que deve ser "julgado de acordo com a prova produzida".
Os dois arguidos estão pronunciados por 63 crimes de homicídio e 44 de ofensa à integridade física, 12 dos quais graves, todos por negligência.
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