Mordomo de festa de Cinfães morre em explosão de foguetes

“Morreu como mártir da festa e desta terra”, conta um amigo sobre José Costa.

21 de julho de 2018 às 01:30
Mordomo de festa de Cinfães morre em explosão de foguetes Foto: Nuno André Ferreira
Mordomo de festa de Cinfães morre em explosão de foguetes Foto: Nuno André Ferreira
Mordomo de festa de Cinfães morre em explosão de foguetes Foto: Nuno André Ferreira
Mordomo de festa de Cinfães morre em explosão de foguetes Foto: Nuno André Ferreira
Mordomo de festa de Cinfães morre em explosão de foguetes Foto: Nuno André Ferreira
Mordomo de festa de Cinfães morre em explosão de foguetes Foto: Nuno André Ferreira
Mordomo de festa de Cinfães morre em explosão de foguetes Foto: Nuno André Ferreira
Mordomo de festa de Cinfães morre em explosão de foguetes Foto: Nuno André Ferreira
Mordomo de festa de Cinfães morre em explosão de foguetes Foto: Nuno André Ferreira
Mordomo de festa de Cinfães morre em explosão de foguetes Foto: Nuno André Ferreira
Mordomo de festa de Cinfães morre em explosão de foguetes Foto: Nuno André Ferreira

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"Ouvimos uma explosão e as minhas funcionárias foram logo ver o que se tinha passado. Quando chegaram à entrada do largo nem conseguiram avançar porque viram o corpo no chão, já sem vida", relata José Costa, proprietário da mercearia situada ao lado da igreja, junto à qual José Ribeiro, de 38 anos, perdeu a vida, ontem, na sequência da explosão de alguns foguetes.

A vítima vivia no lugar de Sogueire, freguesia de São Cristóvão de Nogueira, Cinfães, era empresário e deixa dois filhos menores. "O Zé Manel, como era carinhosamente tratado pelas pessoas, era muito trabalhador, muito dedicado à terra, à família e às suas raízes.

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A mãe chegou a questioná-lo sobre o empenho que mantinha na realização desta festa e ele respondia que São Cristóvão, enquanto padroeiro dos motoristas, o iria proteger. Por ironia do destino, morreu como mártir deste santo, da festa e desta terra", afirma Adalberto Pereira, amigo da vítima. "É uma grande perda para toda a freguesia e uma tragédia que jamais estas gentes vão esquecer", realça, emocionado, Abílio Silva.

Segundo o comandante dos Voluntários de Cinfães, Miguel Madureira, "quando os bombeiros chegaram, verificaram que a vítima estava cadáver". José Ribeiro era mordomo da festa em honra de São Cristóvão, que dá nome à freguesia, e, ao que tudo indica, estaria a manusear os vários foguetes que estavam a ser colocados ao lado da igreja para serem lançados este sábado, na alvorada.

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