Correio da Manhã

Mulher atacada por cão à porta de casa
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Foto Ricardo Almeida
GNR
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Por Aureliana Gomes | 01:30
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Vítima, de 55 anos, foi mordida em várias partes do corpo.

Uma mulher, de 55 anos, foi gravemente mordida, este sábado de manhã, pelo seu cão, à porta de casa, em Covelo, Gondomar. Tudo aconteceu pelas 08h50, na rua Combatente Rolando Santos Pinto, junto ao cais da Lixa, em Covelo, quando o canídeo a atacou por razões ainda desconhecidas.

Ao ser mordida, a mulher - que estava sozinha em casa - terá gritado por ajuda, tendo sido o alerta dado pelos populares às autoridades.

À chegada ao local, os Bombeiros Voluntários de Melres encontraram a vítima junto à porta de entrada, do lado de fora da casa, ensanguentada e com ferimentos graves em todo o corpo. O cão estava fechado dentro da habitação.

"Quando chegamos ao local, a mulher estava encostada à porta muito mal tratada, com ferimentos na cabeça e no abdómen", disse ao Correio da Manhã, Joel Castro, comandante dos Bombeiros Melres, em Gondomar.

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A mulher foi assistida durante mais de uma hora por uma equipa da ambulância de Suporte Imediato de Vida de Gondomar e pelos Bombeiros de Melres. Foi depois transportada para o Hospital de Santo António, no Porto.

Ao local foi também chamada a GNR de Gondomar, que tomou conta da ocorrência e está agora a investigar as causas deste incidente. Contactada pelo CM, fonte do Comando Territorial da GNR do Porto confirmou o ataque do canídeo, revelando que a vítima é a proprietária do animal.

Quanto à raça do cão, a GNR disse desconhecer, para já, essa informação.

740 casos registados desde 2016 
Mais de 740 ataques de cães na via pública foram registados desde 2016, revelou a GNR, que diz estar atenta a situações de possíveis focos de ataque destes animais. Desde o início deste ano e até dia 4, ocorreram 231 ataques de cães no espaço público.

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Em 2017 foram contabilizados 253 e em 2016 foram registados 258, o que corresponde a um total de 742 nos últimos três anos.

Sobre a proibição dos abates nos canis a partir de dia 23, em que se prevê um aumento de cães vadios, "o dispositivo da GNR está particularmente atento a situações de abandono de animais de companhia, no sentido de identificar os seus autores, assim como possíveis focos de ataque".

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