Neonazi do Sporting condenado no Brasil esconde paradeiro

Em reação à notícia do CM, ex-dirigente da claque da Juventude Leonina respondeu: “Nunca estive preso, não estou e nem sequer estou no Brasil”.

14 de abril de 2026 às 01:30
Miguel D’Almada tinha na sua posse conteúdos antinegros e antijudeus Foto: Kampus
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O neonazi do Sporting Miguel D’Almada recusa revelar o paradeiro, depois de o CM avançar que foi condenado a seis anos e meio de cadeia, no Brasil, por integrar um grupo neonazi que promovia a “discriminação e preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Em reação à notícia, o ex-dirigente da claque Juventude Leonina alega, num vídeo nas redes sociais, que “tudo é mentira”. Após ser condenado, Miguel D’Almada, no vídeo que classificou como ‘Esclarecimento Importante’, referiu: “Nunca estive preso, não estou e nem sequer estou no Brasil”. E acrescentou: “Obviamente não vou dizer onde é que eu estou, apenas posso dar a pista de que estou no Hemisfério Norte”.

Cofundador do Grupo 1143 (núcleo extremista da Juventude Leonina) e da claque Directivo Ultras XXI, era um dos líderes da célula neonazi Southlands Hammerskins, sediada no estado de Santa Catarina (Brasil), ligada à Hammerskin Nation, organização de extrema-direita norte-americana. No Brasil desde 2007, foi detido em flagrante em novembro de 2022 quando participava numa reunião da célula neonazi, em São Pedro de Alcântara (Santa Catarina). O Tribunal Federal de Florianópolis decidiu que Miguel D’Almada, que cumpriu quase um ano em prisão preventiva desde a detenção em 2022, vai começar por cumprir a pena em regime semiaberto.

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