No Name Boys regressam a tribunal
Sete elementos da claque benfiquista No Name Boys voltaram esta quarta-feira ao banco dos réus para a repetição parcial do julgamento que, em Maio de 2010, ditou a condenação de 29 alegados membros da claque encarnada, por crimes de tráfico de droga, ofensas à integridade física, roubo, incêndio e danos com violência.
As defesas de alguns arguidos recorreram da decisão da 5ª Vara criminal do Campus de Justiça em Lisboa, alegando erros processuais e, agora, sete desses elementos, entre os quais José Pité Ferreira, Hugo Caturna e António Claro, considerados os líderes da claque, condenados a 12, 8 e 7 anos de prisão, voltaram a tribunal.
Em tribunal, nesta quarta-feira, os arguidos falaram da sua inocência relativamente aos factos de que são acusados.
A repetição parcial do julgamento ocorre depois do tribunal da Relação considerar, em sede de recurso, que acontecimentos verificados no McDonald's da Segunda Circular, em Lisboa, e na bomba de gasolina da Galp, em Alcochete, entre outros factos, não foram devidamente fundamentados em termos de prova.
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