“O bruxo era um deus”, diz testemunha
"Estou viva graças a ele. Era um deus para nós", disse Ângela Coelho.
O Tribunal de São João Novo no Porto ouviu ontem testemunhas de defesa do bruxo da Areosa, um dos arguidos acusados da morte de João Paulo Fernandes.
Todas alegaram que foram curadas de doenças, que em alguns casos eram terminais.
"Estou viva graças a ele. Era um deus para nós", disse Ângela Coelho, que diz ter sido curada de um cancro.
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