Paulo Santana Lopes paga um milhão para ficar livre
Irmão de ex-primeiro-ministro já não está em prisão domiciliária.
Paulo Santana Lopes, arguido no processo rota do Atlântico, pagou um milhão de euros de caução e já não está em prisão domiciliária. O irmão do ex-primeiro-ministro está agora obrigado a apresentar-se à polícia, três vezes por semana, na esquadra da sua área de residência, em Cascais.
Segundo fonte oficial da Procuradoria-Geral da República, o Ministério Público foi notificado de que o arguido já prestou a caução e, além das apresentações periódicas, está ainda impedido de sair do País e proibido de contactar com os restantes arguidos, suspeitos e testemunhas.
Nesta lista, tal como o CM já noticiou, está a advogada Maria de Jesus Barbosa e o ex-ministro Miguel Relvas, que foi apresentado por Manuel Damásio a José Veiga, a quem terá oferecido a sua ajuda para o negócio da compra do Banco Internacional de Cabo Verde.
Veiga, o único arguido preso (perigo de fuga), e Paulo Santana Lopes foram detidos no início de fevereiro, um mês antes de Damásio, e são suspeitos de corrupção ativa no mercado internacional e branqueamento, crimes que envolvem negócios no Congo.
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