PJ acredita que taxista foi morto
A poucos dias de fazer um mês que Armindo Santos Ribeiro, de 69 anos, taxista de Bisalhães, Vila Real, desapareceu sem deixar rasto, as autoridades já não têm esperanças de o encontrar vivo. O telemóvel que usava no dia no desaparecimento continua sem ser encontrado, mas a localização fornecida pela operadora dava conta de que tinha sido abandonado na zona de Campeã (também em Vila Real). Enquanto tinha bateria, foi possível definir o raio de localização – uma triangulação de 14 quilómetros, marcada pelo denso arvoredo. Resultado: todas as diligências para o encontrar foram infrutíferas.
Neste momento e depois de terem sido verificadas todas as contas bancárias do taxista e as autoridades confirmarem que não houve qualquer levantamento de dinheiro é cada vez mais forte a hipótese de o homem estar morto e o corpo ter sido abandonado na mesma zona. A família continua também sem dar certas explicações para os contornos do desaparecimento do taxista. Por exemplo, saber-se qual é o motivo para que o filho de Armindo, ao ver o táxi do pai ser conduzido por um jovem desconhecido, não tivesse imediatamente avisado as autoridades. O alerta do desaparecimento também foi dado tardiamente. Armindo não foi almoçar a casa, como fazia de forma frequente, mas as autoridades só foram alertadas durante a tarde, depois de o táxi ter sido encontrado abandonado, com as chaves na ignição e com o interior bastante remexido. A descoberta foi feita nas proximidades de uma residencial de Lordelo, a cerca de seis quilómetros da sua residência. O filho diz que falou com ele, por telefone, durante a manhã.
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