PJ extradita suspeito de burla com notas falsas
O homem fez-se passar por diplomata e levou vítimas a entregar dinheiro e bens. Presente a juiz, ficou em prisão preventiva.
Um homem senegalês, de 59 anos, foi extraditado para Portugal, pela Polícia Judiciária (PJ), por suspeitas do crime de burla qualificada, conhecida como "euros negros ou marcados".
Os factos remontam a janeiro e junho de 2022 e foram praticados quando o homem estava em liberdade condicional após praticar crimes semelhantes. O homem fez-se passar por diplomata de um país africano, aliciando as vítimas a dar-lhe bens e dinheiro. O montante terá chegado aos 57 mil euros. Em troca, as vítimas receberiam maços de notas de 50 euros, marcadas, e que deveriam ser limpas com uma solução à base de lixívia.
Quando as vítimas lavavam as notas, as marcas não saíam e apercebiam-se então que as notas eram falsas.
Segundo a PJ, o homem sabia ser procurado pelas autoridades portuguesas e estava fugido desde 2022. Foi detido pelas autoridades senegalesas após um mandado de detenção internacional.
Depois de ser extraditado, o homem já foi presente a tribunal e ficou sujeito a prisão preventiva.
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