POLÍCIA APERTA CERCO NA COVA DA MOURA

A Polícia tem em permanência 20 agentes fardados na Cova da Moura, em concreto uma equipa de Intervenção Rápida e outra do Corpo de Intervenção, meios destinados a criar um cordão para, no interior, pessoal de investigação, à civil, vigiar o tráfico de droga, actividade que, naquele bairro da Amadora, era dominada ultimamente por ‘Celé’.

04 de novembro de 2002 às 00:01
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O CM apurou junto de fonte policial que este dispositivo estará no terreno “o tempo que for preciso”, ou seja, até que se produzam resultados concretos, trabalho moroso dada a dificuldade em realizar acções de vigilância num bairro tão ‘fechado’ como é a Cova da Moura, com ruas muito estreitas e onde todas as pessoas se conhecem.

A operação em curso, decorrente do caso ‘Celé’, morto terça-feira pela Polícia com 42 tiros, levou já alguns indivíduos à Divisão da Amadora da PSP, que dirige as investigações, para identificações e interrogatórios, mas ainda não há arguidos constituídos, soube o CM.

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Têm, no entanto, sido apreendidas armas e, logo terça-feira, foi detida uma mulher em Cascais, suspeita de dar guarida a ‘Celé’.

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