Praças e sargentos defendem que nova falha do 'Mondego' reforça alerta dos 13 militares

"Veio a confirmar-se que de facto as condições de segurança que o navio tinha não eram as indicadas para navegar em qualquer tipo de missão", considerou o cabo-mor Paulo Amaral.

28 de março de 2023 às 17:46
‘Mondego’ Foto: JOÃO HOMEM GOUVEIA/ LUSA_EPA
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As associações militares representativas dos sargentos e praças defenderam esta terça-feira que o facto de o navio 'Mondego' ter falhado novamente uma missão reforça o "grito de alerta" dos 13 militares que recusaram embarcar noutra operação este mês.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Associação de Praças (AP), cabo-mor Paulo Amaral, defendeu que os motivos "de ordem técnica" que levaram o Navio da República Portuguesa (NRP) 'Mondego' a ter de abortar novamente uma missão esta segunda-feira nas Ilhas Selvagens, na Madeira, confirmam que "as coisas não estavam a correr bem" no passado dia 11 de março.

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"Veio a confirmar-se que de facto as condições de segurança que o navio tinha não eram as indicadas para navegar em qualquer tipo de missão, seja ela qual fosse", considerou, numa referência à polémica que no passado dia 11 envolveu 13 militares que se recusaram a embarcar numa missão de vigilância de um navio russo, na Madeira, alegando falta de condições de segurança no 'Mondego'.

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