Praças e sargentos defendem que nova falha do 'Mondego' reforça alerta dos 13 militares
"Veio a confirmar-se que de facto as condições de segurança que o navio tinha não eram as indicadas para navegar em qualquer tipo de missão", considerou o cabo-mor Paulo Amaral.
As associações militares representativas dos sargentos e praças defenderam esta terça-feira que o facto de o navio 'Mondego' ter falhado novamente uma missão reforça o "grito de alerta" dos 13 militares que recusaram embarcar noutra operação este mês.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Associação de Praças (AP), cabo-mor Paulo Amaral, defendeu que os motivos "de ordem técnica" que levaram o Navio da República Portuguesa (NRP) 'Mondego' a ter de abortar novamente uma missão esta segunda-feira nas Ilhas Selvagens, na Madeira, confirmam que "as coisas não estavam a correr bem" no passado dia 11 de março.
"Veio a confirmar-se que de facto as condições de segurança que o navio tinha não eram as indicadas para navegar em qualquer tipo de missão, seja ela qual fosse", considerou, numa referência à polémica que no passado dia 11 envolveu 13 militares que se recusaram a embarcar numa missão de vigilância de um navio russo, na Madeira, alegando falta de condições de segurança no 'Mondego'.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt