Procurador suspenso um mês por agredir a mulher

Para tentar não ir a julgamento, suspeito confessou tudo. Ainda assim foi suspenso. Contestou, mas o Supremo confirmou a decisão e disse que sanção foi "leve".

24 de outubro de 2026 às 13:00
Supremo não deu seguimento ao recurso do magistrado. Foto: João Miguel Rodrigues
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Um procurador-geral-adjunto, com mais de 40 anos de serviço, foi suspenso, durante um mês, por violência doméstica contra a mulher. Segundo o 'JN', o magistrado da Procuradoria-Geral Regional de Évora confessou os atos, com o objetivo de não ir a julgamento, e beneficiou da suspensão provisória do processo. No entanto, não escapou à sanção disciplinar e o Conselho Superior da Magistratura suspendeu-o por 30 dias.

Por não concordar com a pena, a que chamou "desproporcional", contestou em tribunal, mas o Supremo Tribunal Administrativo não deu seguimento ao protesto e até considerou a sanção "leve".

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