PSP apreende no aeroporto de Lisboa material ilegal para embalamento de bagagens

Autoridade divulgou que existia no aeroporto de Lisboa uma rede organizada de pessoas que pressionavam os passageiros para, a troco de dinheiro, fazerem a plastificação das malas de porão.

03 de julho de 2026 às 19:34
Aeroporto de Lisboa Foto: Direitos Reservados
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Quase 500 contraordenações relacionados com a prestação ilegal de serviços a passageiros no aeroporto de Lisboa foram registadas pela PSP no primeiro semestre deste ano, indicou esta sexta-feira aquela polícia.

Num comunicado para divulgar uma apreensão de material e dinheiro de serviços prestados de forma ilegal no aeroporto de Lisboa, a PSP dá conta que, no primeiro semestre de 2026, "já elaborou 498 autos de notícia por contraordenação relacionados com a prestação não autorizada de serviços a passageiros".

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Segundo a PSP, elementos da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras (UNEF) apreenderam, na segunda-feira passada, no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, diverso "material utilizado na prestação não autorizada de serviços a passageiros".

A PSP refere que os polícias da UNEF detetaram um cidadão suspeito de prestar serviços não autorizados a passageiros, designadamente o embalamento de bagagens de porão mediante pagamento, serviços que é prestado em exclusivo por uma empresa devidamente certificada para o efeito no aeroporto de Lisboa.

Os elementos da PSP apreenderam uma mala de viagem, quatro rolos de película aderente e outros tantos de fita adesiva, dois x-atos, com várias lâminas de substituição, três marcadores, uma balança digital portátil (habitualmente utilizada na atividade de embalamento de bagagens), 2.142,36 euros, 500 kwanzas (moeda angolana), 45 dólares norte-americanos, 10 libras esterlinas e dois reais.

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Recentemente, a PSP divulgou que existia no aeroporto de Lisboa uma rede organizada de pessoas que pressionavam os passageiros para, a troco de dinheiro, fazerem a plastificação das malas de porão a troco de um pagamento (normalmente de 10 euros), quando apenas existe naquela infraestrutura uma empresa certificada para o efeito, que reclama estar a perder dinheiro devido a esta atividade ilícita nos passageiros, que eram coagidos a fazer o embalamento das suas bagagens.

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