Pulseiras tiram 301 presos das cadeias
Aplicação permitiu que as cadeias portuguesas baixassem os níveis de sobrelotação.
A aplicação de pulseiras eletrónicas permitiu, pela primeira vez desde 2011, que as cadeias portuguesas baixassem os níveis de sobrelotação.
Dados da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais demonstram que a 15 de maio estavam detidas 13 008 pessoas (condenados ou em preventiva), mais 74 que o limite da lotação.
Tal como o CM avançou há uma semana, as mudanças no Código Penal, que permitem aos reclusos condenados por crimes menores cumprirem pena em domiciliária com vigilância eletrónica, levou 301 condenados a beneficiar da medida. Outras 325 pessoas aguardam julgamento na mesma situação.
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