Quase 500 operacionais no fogo em Torre de Moncorvo com frente de difícil acesso
Autoridades têm procurado aconselhar e falar com a população de forma preventiva e antecipada, para que esta mantenha a sua segurança e a dos seus bens.
O incêndio que deflagrou no sábado em Torre de Moncorvo e alastrou para Carrazeda de Ansiães mobilizava esta terça-feira à noite quase 500 operacionais, que combatiam uma frente ativa de difícil acesso e tinham como preocupação preservar populações e infraestruturas.
O segundo comandante Regional Norte, Luís Araújo, indicou à Lusa num balanço pelas 22:30 desta terça-feira que a mudança de vento fez com a frente do fogo ganhasse intensidade, com os difíceis acessos a dificultarem o combate.
Luís Araújo referiu também que a prioridade é a proteção de pessoas e bens e acrescentou que as populações estão alertadas.
O oficial de Relações Públicas da GNR de Bragança, major Hernâni Martins, destacou à Lusa que a localidade de Seixo de Ansiães, concelho de Carrazeda de Ansiães, é a que representa maior preocupação.
A mesma fonte explicou que as autoridades têm procurado aconselhar e falar com a população de forma preventiva e antecipada, para que esta mantenha a sua segurança e a dos seus bens.
Hernâni Martins detalhou ainda que há várias estradas municipais cortadas entre as localidades de Besteiros e Seixo de Ansiães e entre Seixo de Ansiães e Coleja.
Pelas 23:10 desta terça-feira, o fogo mobilizava 491 operacionais, apoiados por 160 meios terrestres, segundo a página na Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt