Quatro elementos da GNR acusados de sequestro e agressão a três menores em Palmela
Menores terão saído sem autorização do Centro Jovem Tejo, uma Instituição Particular de Solidariedade Social.
O Ministério Público deduziu acusação contra quatro militares da GNR de Palmela suspeitos da prática de três crimes de sequestro agravado, um de abuso de poder e outro de injúria agravada, anunciou esta quinta-feira a Procuradoria-Geral Regional (PGR) de Évora.
Os quatro militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Palmela, três homens e uma mulher, são suspeitos de sequestrarem e agredirem três menores na madrugada de 11 de abril de 2024, que terão saído sem autorização do Centro Jovem Tejo, uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) que na altura acompanhava jovens e adultos com comportamentos aditivos e dependências (CAD), mas que, atualmente só faz acompanhamento de pessoas adultas, na Quinta do Ano, no distrito de Setúbal.
Segundo uma nota publicada na página oficial da PGR de Évora na internet, um dos arguidos está ainda acusado pela prática de um crime de coação e a única arguida no processo foi também indiciada pela prática de um crime de falsificação de documento e de um crime de denúncia caluniosa.
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