Quatro falsos inspetores da PJ condenados a penas de prisão efetiva

Um quinto elemento da rede, que se fazia passar por autoridade para levar a cabo roubos milionários, ficou com pena suspensa.

27 de fevereiro de 2026 às 12:30
Tribunal de Guimarães Foto: Eduardo Martins
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Foram condenados a pena de prisão efetiva quatro dos cinco falsos inspetores da Polícia Judiciária que se faziam passar por agentes da autoridade para levar a cabo roubos milionários.

A decisão, conhecida esta sexta-feira no Tribunal de Guimarães, sentenciou Nuno Nunes e António Pereira, os supostos cabecilhas do esquema, a nove anos e oito meses e oito anos e meio de prisão, respetivamente. António Araújo foi condenado a cinco anos e nove meses de prisão, e Nuno Silva foi punido com seis anos de prisão.

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Apenas Mário Dias foi sentenciado com pena de dois anos, que o Tribunal suspendeu por três.

O grupo, detido em setembro e outubro de 2024 pela Polícia Judiciária de Braga, lucrou mais de 400 mil euros com falsas buscas domiciliárias. Faziam-se passar por inspetores da Polícia Judiciária, usavam coletes com os dizeres desta polícia e exibiam crachás iguais aos da PJ, para levarem a cabo buscas, na posse de mandados judiciais que eles próprios fabricavam. 

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