Queda de ultraleve em março de 2019 aconteceu por excesso de velocidade

Acidente causou a morte dos dois ocupantes.

26 de março de 2021 às 08:16
Foto: Nuno Nascimento
Foto: Nuno Nascimento

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A “falha catastrófica” da asa direita do ultraleve que se despenhou em março de 2019, em Bragança, causando a morte dos dois ocupantes, foi desencadeada pela pilotagem da aeronave “fora dos seus limites operacionais”, concluiu o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves.

André Bessa, piloto em formação da TAP com 26 anos, e Horácio Sousa, empresário de 60 anos e instrutor de voo, não resistiram à queda.

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A investigação concluiu que “há elevada probabilidade de [André Bessa] ter influenciado a condução do voo e que foram ultrapassados os limites de velocidade induzindo sobrecargas estruturais”. 

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