Rapar cabelo aos atletas do clube Bairro dos Anjos de Leiria “não era violência”

Atletas que são filhos das testemunhas trocaram o BA por outro clube, que foi criado na altura para “dar conforto” a João Paulo Fróis.

01 de março de 2025 às 01:30
Julgamento está a decorrer no Tribunal de Leiria Foto: Pedro Brutt Pacheco
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A praxe de rapar o cabelo aos atletas do clube Bairro dos Anjos (BA), de Leiria, na primeira competição internacional em que participavam, “acontecia todos os anos”, era do “conhecimento corrente”e pretendia ser um “ritual de integração e não de rebaixamento” nem de “violência”, disseram, esta sexta-feira de manhã, no Tribunal de Leiria, os dois pais de atletas ouvidos no processo em que o ex-coordenador técnico de natação de competição acusa de difamação os dirigentes do clube e pais de outros atletas.

Os atletas que são filhos das testemunhas trocaram o BA por outro clube, que foi criado na altura para “dar conforto” a João Paulo Fróis.

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