Rede de prostituição acaba com 7 condenados a cadeia
Principal arguido estava em preventiva mas foi libertado pelo tribunal de Oliveira de Frades
Sete pessoas foram ontem condenadas pelo Tribunal de Oliveira de Frades a penas entre um e cinco anos e quatro meses de prisão pelos crimes de lenocínio e apoio à imigração ilegal. O arguido que apanhou a pena maior, já cadastrado, estava em preventiva, mas como foi condenado por lenocínio simples foi libertado pelo tribunal até a pena transitar em julgado.
Eram arguidas dez pessoas que entre 2006 e 2010 trabalharam no bar Karacol, conotado com alterne e prostituição. Cinco foram condenados por lenocínio (dois com penas suspensa) e dois por terem sido cúmplices. Uma mulher foi condenada por falsificar documento e dois foram absolvidos. O tribunal apurou que os clientes pagavam 30 € para ter relações sexuais.
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