Segundo helicóptero de combate a incêndios começa a operar em julho na Madeira
Madeira tem, desde 2018, um meio aéreo em permanência a operar no Serviço Regional de Proteção Civil, que, além de auxiliar no combate a incêndios, é utilizado em operações de resgate.
O segundo meio aéreo de combate a incêndios começa a operar na Madeira durante o mês de julho, indicou esta terça-feira o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, Paulo Simões Ribeiro.
"No mês de julho teremos seguramente esse segundo meio aéreo na Região Autónoma da Madeira", assegurou o responsável, em declarações aos jornalistas, no Funchal, à margem do Dia do Comando Territorial da Madeira da GNR, que assinala 17 anos.
Paulo Simões Ribeiro disse que este é um assunto complexo, "que se arrasta há muito tempo", mas deixou a garantia de que "está a ser ultimado e ainda durante esta semana será assinado o protocolo entre a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e a Força Aérea" para que seja lançado o procedimento concursal.
Estava previsto um segundo meio aéreo de combate a incêndios a operar na Madeira, custeado pelo Estado, inicialmente a partir de 01 de julho do ano passado, mas, entretanto, o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque indicou que o processo estava atrasado, justificando com as eleições legislativas antecipadas e a tomada de posse do novo executivo.
A Madeira tem, desde 2018, um meio aéreo em permanência a operar no Serviço Regional de Proteção Civil, que, além de auxiliar no combate a incêndios, é utilizado em operações de resgate.
O helicóptero em funções é custeado integralmente pelo Governo da Madeira, representando um investimento de 2,8 milhões de euros por ano.
Os custos deste segundo meio aéreo serão assegurados pelo Governo da República.
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