Soltos quatro cabecilhas de rede de fabrico de lanchas rápidas
Grupo desmantelado, no verão de 2025, pela GNR tinha sede em Porto Alto.
Um acórdão da Relação de Évora, divulgado esta sexta-feira, mandou libertar quatro arguidos, considerados pelo Ministério Público como os cabecilhas de uma rede que se dedicava ao fabrico de lanchas rápidas de transporte de droga (cuja posse permanece por penalizar em Portugal), e que foi desmantelada pela GNR no verão passado.
O grupo tinha sede numa herdade em Porto Alto, Benavente. Os desembargadores que analisaram os pedidos de revisão de medida de coação (ainda não há acusação contra os 34 arguidos) consideraram que o juiz de instrução do processo pronunciou, apenas por prova indireta, os três espanhóis e um dominicano libertados, pelo crime de tráfico agravado. Os arguidos ficam agora sujeitos a apresentações, medida de coação da maioria dos outros 30 arguidos.
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