Tem “orgulho” em ser amiga de Mário Machado e é apoiante do Chega: a advogada brasileira que defende o grupo 1143

Mayza Cosentino defendeu um dos arguidos da Operação Zelador, detido pelo ataque à casa de André Villas-Boas, então candidato à presidência do FC Porto.

26 de janeiro de 2026 às 13:56
Maryza Cosentino com André Ventura Foto: DR
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Na passada terça-feira, 20 de janeiro, uma operação da Polícia Judiciária (PJ) deteve 37 pessoas do grupo neonazi 1143. Cinco ficaram em prisão preventiva, 29 obrigados a apresentar-se semanalmente na esquadra e três com termo de identidade e residência. Em sua defesa, está a advogada brasileira Mayza Cosentino, assumida apoiante do partido Chega e amiga de Mário Machado, o líder dos "cabeça rapadas" nacionais.

Foi à entrada do tribunal, no Campus de Justiça, em Lisboa, a 23 de janeiro, que – em declarações aos jornalistas - a advogada de defesa descreveu o 1143 como um “grupo patriótico” e “de convívio”, em tudo diferente do descrito no comunicado da PJ, que define o 1143 como uma “organização criminosa responsável pela prática de crimes de discriminação e incitamento ao ódio e à violência, ameaças e coação agravadas, ofensas à integridade física qualificada e detenção de armas proibidas”.

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