Templo Romano de Évora volta a ser postal turístico
Conservação do monumento custou 50 mil euros e teve caráter de urgência.
A Direção Regional de Cultura do Alentejo anunciou esta terça-feira o fim das obras no Templo Romano de Évora. A intervenção durou quatro meses e deixou o monumento sem risco para os turistas e transeuntes.
Os andaimes e o estaleiro começam a ser desmontados hoje e este símbolo da cidade e do Alentejo fica sem sinais das obras na próxima semana, revelou Rafael Alfenim, arqueólogo responsável pelo projeto.
As obras, que custaram 50 mil euros e foram financiadas pelo Ministério da Cultura, serviram para "resolver as situações mais críticas", nomeadamente o risco de queda de fragmentos de alguns capitéis.
Além da conservação e do restauro, foi feito também um mapeamento em desenho e fotografia do monumento, que vai permitir que, no futuro, seja mais fácil atuar quando existir alguma anomalia.
"A estrutura não é tão problemática e tem mais resistência sísmica do que era de esperar", indicou Rafael Alfenim, referindo que, durante os trabalhos, foi possível recolocar duas peças nos capitéis que estavam na reserva do Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora, e se percebeu com as obras que pertenciam à estrutura do templo.
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