Testemunha solta membros de gang

Miguel ‘Palavrinhas’ e Augusto Soares, dois dos seis arguidos do caso ‘Noite Branca’, no homicídio de Aurélio Palha, que está em julgamento, saíram ontem da cadeia, onde estavam em prisão preventiva. Ambos são acusados do homicídio do empresário da noite, assassinado a tiro à porta da discoteca Chic, no Porto, em Setembro de 2007. João Peres e Poliana Ribeiro, advogados de defesa dos réus, pediram a alteração da medida de coacção, depois de, na última sessão, uma das testemunhas-chave do processo não ter confirmado a presença de ‘Palavrinhas’ e Augusto na cena do crime. Hoje há nova sessão do julgamento.<br/><br/>

30 de setembro de 2011 às 01:00
NOITE BRANCA, PORTO, PIDÁ Foto: direitos reservados
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Os dois arguidos estão agora com termo de identidade e residência, depois de terem caído os fortes indícios que os apontavam como autores do crime.

A mudança foi pedida na semana passada, no final da segunda audiência do julgamento e após o depoimento de Cláudio Pereira. Considerado uma das principais testemunhas, Cláudio afirmou, em primeiro interrogatório policial, ter participado com os arguidos na reunião em que se preparou o crime. Já em tribunal, disse não se lembrar dessa situação e de outros implicados no processo.

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"Não podia ter corrido melhor. O meu cliente saiu da cadeia sem ter de se apresentar na esquadra. Agora vamos esperar que o julgamento também corra pelo melhor", disse ao CM Poliana Ribeiro, advogada de Augusto.

O Palácio da Justiça, no Porto, volta hoje a estar sob fortes medidas de segurança para receber Pidá e o gang da Ribeira.

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