Incêndio da Lousã chegou a Penacova e matou duas pessoas

Três frentes de fogo obrigam a evacuar povoações na Lousã. Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil ativado.

15 de outubro de 2017 às 14:45
Três frentes de fogo obrigam a evacuar povoações na Lousã Foto: Lusa
Três frentes de fogo obrigam a evacuar povoações na Lousã Foto: Lusa
Três frentes de fogo obrigam a evacuar povoações na Lousã Foto: Lusa
Três frentes de fogo obrigam a evacuar povoações na Lousã Foto: Lusa
Três frentes de fogo obrigam a evacuar povoações na Lousã Foto: Lusa
Três frentes de fogo obrigam a evacuar povoações na Lousã Foto: Lusa
Três frentes de fogo obrigam a evacuar povoações na Lousã Foto: Lusa
Três frentes de fogo obrigam a evacuar povoações na Lousã Foto: Lusa
Fogo, lousã Foto: Lusa
Três frentes de fogo obrigam a evacuar povoações na Lousã Foto: Lusa
Três frentes de fogo obrigam a evacuar povoações na Lousã Foto: Lusa
Três frentes de fogo obrigam a evacuar povoações na Lousã Foto: Lusa

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O incêndio que começou este domingo na Lousã e alastrou a Vila Nova de Poiares e de seguida para Penacova já matou uma pessoa. As chamas destruiram pelo menos três casas, uma delas de primeira habitação, disse o presidente da Câmara Municipal à agência Lusa. A Lousã ativou Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil.

Além da habitação de uma família de emigrantes, na aldeia do Forcado, no limite dos dois municípios do distrito de Coimbra, o fogo queimou duas casas de segunda residência, no concelho de Poiares, adiantou o autarca João Miguel Henriques.

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Cerca das 17h00, afirmou, o incêndio estava "completamente descontrolado" e progredia em direção ao concelho vizinho de Penacova, em cujo território já lavrava a essa hora, designadamente na zona da Serra da Atalhada.

"Por precaução", várias moradores, sobretudo doentes e idosos, foram retirados das suas habitações, referiu.

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João Miguel Henriques indicou que o fogo propagou-se durante algum tempo "na área urbana e perto das habitações", em Vila Nova de Poiares, devastando quintais, pomares, vinhas e terrenos incultos.

"Eu próprio tive de combater as chamas que se aproximavam da minha casa", acrescentou.

Ressalvando que, de momento, "é muito difícil fazer uma contabilização" dos imóveis arrasados à passagem do fogo, o presidente da Câmara informou que foram destruídos "vários armazéns" e empresas de sucata, na zona de Vila Chã e Entroncamento de Poiares, próximo da estrada da Beira (EN 17).

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No concelho da Lousã, este incêndio destruiu antes a antiga Fábrica de Papel do Boque, em Serpins, classificada como imóvel de interesse municipal, além de edificações que não eram habitadas.

O fogo começou às 08h41, próximo de Vilarinho, concelho da Lousã, e está agora a ser combatido por 465 operacionais, apoiados por 127 viaturas e três meios aéreos, de acordo com a página na internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil, atualizada às 18h00.

Lousã ativou Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil

O Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil da Lousã foi ativado, devido aos incêndios que eclodiram hoje no concelho, informou a autarquia.

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"Esta medida visa facilitar a mobilização eficaz de todos os meios disponíveis para auxiliarem nas operações de combate aos incêndios", referiu a Câmara Municipal, a que preside Luís Antunes.

Na sua página da internet, a autarquia adiantou durante a tarde de hoje que "a situação agravou-se devido às condições atmosféricas adversas, nomeadamente às temperaturas elevadas e vento forte".

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