Tribunal de Évora adia leitura do acórdão do cantor Miguel Bravo acusado de abuso sexual
Sentença foi remarcada para o dia 8 de junho.
Foi adiada, para o dia 8 de junho, a leitura do acórdão do caso em que o cantor Miguel Bravo é acusado dos crimes de abuso sexual de menores e pornografia infantil. A sentença estava marcada para esta terça-feira, no DIAP de Évora, mas uma questão pessoal impediu a juíza de estar presente.
O cantor está em liberdade, ainda com a obrigação de se apresentar duas vezes por semana perante as autoridades. Está também impedido de contactar a vítima e não pode usar redes sociais.
O caso remonta a julho de 2024, quando Miguel Bravo foi preso depois da mãe da menor fazer queixa nas autoridades, denunciando os abusos. Nessa altura, a mãe da criança garantiu que Miguel tinha trocado mensagens e feito pedidos de fotos intimas à filha, na altura com 12 anos, após um jantar em que ambas as famílias estiveram presentes.
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