Tuberculose na cadeia de Beja
Oito pessoas estão sob vigilância médica.
Seis guardas prisionais e dois administrativos da cadeia de Beja contraíram tuberculose e estão a ser vigiados.
Um dos guardas está em casa a ser medicado com a família. A doença ter-se-á espalhado após o transporte para Caxias de um preso infetado.
"Já pedimos a substituição do diretor e do chefe dos guardas, por não zelarem pela saúde dos guardas", disse Júlio Rebelo, presidente do Sindicato Independente do Corpo da Guarda. Os Serviços Prisionais reconhecem apenas um caso e asseguram que está a ser feito um rastreio.
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