Correio da Manhã

Concurso público aberto para dragagem na doca de Faro
Foto Pedro Noel da Luz
Foto Ricardo Lopes
Intervenções começaram esta semana com a remoção manual da calçada na zona onde ocorreu o abatimento
Foto Ricardo Lopes
Intervenções começaram esta semana com a remoção manual da calçada na zona onde ocorreu o abatimento
Foto Ricardo Lopes
Intervenções começaram esta semana com a remoção manual da calçada na zona onde ocorreu o abatimento
Foto Ricardo Lopes
Intervenções começaram esta semana com a remoção manual da calçada na zona onde ocorreu o abatimento
Foto Ricardo Lopes
Intervenções começaram esta semana com a remoção manual da calçada na zona onde ocorreu o abatimento
Por Rafael Duarte | 08:44
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Intervenção pode custar 100 mil euros e vai abranger 17 500 metros quadrados.

A Docapesca lançou um concurso público para a empreitada de dragagem na zona interior da doca de Faro.

A intervenção, numa área de cerca de 17 500 metros quadrados, que corresponde a um volume de material a dragar de 16 mil metros cúbicos, tem um investimento previsto de 100 mil euros.

As propostas devem ser apresentadas até ao dia 5 de setembro deste ano.

A Docapesca diz que esta intervenção é "essencial para a reposição das condições de operação na zona interior da doca de Faro" visto que "já não se realiza uma dragagem no local há 27 anos".

Para a Docapesca, esta empreitada integra um "projeto mais amplo" porque "inclui a reabilitação do cais flutuante dos pescadores e a garantia de acesso ao posto de combustível".

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A Docapesca informa que já investiu, de junho de 2017 a abril de 2018, cerca de 97 714 euros em trabalhos na doca de Faro, seguindo as orientações da Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, e em articulação com a Câmara de Faro e com o concessionário, o Ginásio Clube Naval de Faro.

Numa primeira fase, em junho do ano passado, "foram realizadas intervenções de reabilitação da muralha" que consistiu na "remoção da calçada", na zona de interceção entre a muralha antiga e a muralha mais recente, "a selagem do ponto de fuga de material", que originou o abatimento da calçada, a colocação de manta geotêxtil nas zonas em falta, a recolocação da calçada e a "reposição de pedras de capeamento".

Numa segunda fase, de outubro de 2017 até abril deste ano, foram removidas as "pedras de revestimento da muralha", que se encontravam destacadas da estrutura do cais, e foi executado um "novo revestimento em betão reforçado com fibras estruturais".

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