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Correio da Manhã

Portugal
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623 operacionais vão combater fogos rurais no Algarve

Bombeiros, militares da GNR e Exército vão estar no terreno na época crítica.
José Carlos Eusébio 25 de Maio de 2018 às 09:15
Ministro Eduardo Cabrita
Ministro Eduardo Cabrita FOTO: Lusa
O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais vai contar no Algarve, no período mais crítico, com 623 operacionais no terreno (mais 70 elementos do que no ano passado).

A cerimónia de apresentação do dispositivo de combate decorreu ontem, em Portimão, com a presença do ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita.

As principais novidades, este ano, prendem-se com o aumento de três equipas de intervenção permanente, colocadas em Alcoutim, Monchique e Portimão, bem como o reforço das equipas de combate a incêndios florestais e logísticas.

A região passa ainda a contar, em permanência, com um grupo de ataque ampliado do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) da GNR, constituído por 30 militares e sete veículos, e de mais uma equipa de militares do Exército a executar ações de vigilância. Haverá também mais duas equipas de vigilantes da natureza e três de sapadores florestais.

Em termos de meios aéreos, dois helicópteros estão garantidos em permanência, durante todo o ano, e haverá o reforço com um outro meio aéreo, a partir de 1 de junho. Foi ainda antecipada a abertura dos postos de vigia e criada uma equipa tática de empenhamento de máquinas de rasto. A região vai ter ainda mais uma equipa de reconhecimento e avaliação e outra de análise e uso de fogo da Força Especial de Bombeiros.

"São meios ajustados à evolução da perigosidade", defende o comandante operacional distrital, Vaz Pinto, que fez a apresentação do dispositivo, adiantando que este reforço de meios e as medidas que foram tomadas permitem "enfrentar a campanha com confiança".
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