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Correio da Manhã

Portugal
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Alunos de Lisboa em protesto na rua por melhores condições

Estudantes exigem obras nas escolas, mais funcionários e menos exames.
Francisca Genésio 21 de Março de 2019 às 08:42
Protesto que juntou cerca de 300 alunos começou na rotunda do Marquês do Pombal e seguiu por várias ruas de Lisboa
Protesto que juntou cerca de 300 alunos começou na rotunda do Marquês do Pombal e seguiu por várias ruas de Lisboa
Protesto que juntou cerca de 300 alunos começou na rotunda do Marquês do Pombal e seguiu por várias ruas de Lisboa
Protesto que juntou cerca de 300 alunos começou na rotunda do Marquês do Pombal e seguiu por várias ruas de Lisboa
Protesto que juntou cerca de 300 alunos começou na rotunda do Marquês do Pombal e seguiu por várias ruas de Lisboa
Protesto que juntou cerca de 300 alunos começou na rotunda do Marquês do Pombal e seguiu por várias ruas de Lisboa
Protesto que juntou cerca de 300 alunos começou na rotunda do Marquês do Pombal e seguiu por várias ruas de Lisboa
Protesto que juntou cerca de 300 alunos começou na rotunda do Marquês do Pombal e seguiu por várias ruas de Lisboa
Protesto que juntou cerca de 300 alunos começou na rotunda do Marquês do Pombal e seguiu por várias ruas de Lisboa
Protesto que juntou cerca de 300 alunos começou na rotunda do Marquês do Pombal e seguiu por várias ruas de Lisboa
Protesto que juntou cerca de 300 alunos começou na rotunda do Marquês do Pombal e seguiu por várias ruas de Lisboa
Protesto que juntou cerca de 300 alunos começou na rotunda do Marquês do Pombal e seguiu por várias ruas de Lisboa
Cerca de 300 alunos do Ensino Secundário de Lisboa saíram esta quarta-feira à rua e protestaram por melhores condições nas respetivas escolas. A iniciativa partiu da associação de estudantes da Escola Secundária Camões, mas acabaram por se juntar à manifestação alunos de outros estabelecimentos escolares.

O protesto começou na rotunda do Marquês do Pombal, tendo descido a avenida da Liberdade e passado pelo largo de Camões, rumo ao Palácio de São Bento, residência oficial do primeiro-ministro, António Costa, onde deixaram um apelo por "uma escola pública gratuita e de qualidade". O documento foi assinado por alunos de todo o País que não conseguiram estar presentes no protesto.

Entre as reivindicações dos alunos estão obras de requalificação, redução do número de alunos por turma, aumento do número de funcionários e menos exames nacionais.

O Ministério da Educação já tinha revelado que as obras no antigo Liceu Camões foram adjudicadas, estando para breve o arranque da intervenção, mas o anúncio não convenceu os estudantes. "Andamos a ouvir isso há muitos anos. São promessas e mais promessas que nunca se cumprem", desabafou Carolina Marreiros, da Secundária de Camões.

A estudante lembrou que nesta escola "já caiu o telhado" e que todos os invernos os alunos têm de levar mantas para se proteger do frio.

Na Escola Artística António Arroio, os alunos dizem não ter sítio para comer. "Há nove anos que temos de comer no chão", contou Isaac Cardoso, alertando que "a escola só tem seis micro-ondas e, por isso, a maioria come a comida fria".
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