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Correio da Manhã

Portugal
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Artista espanhol dono de palácio em Lisboa obriga EMEL a fechar parque

José María Carmo interpôs uma providência cautelar por considerar que equipamento põe em causa a sua privacidade.
Correio da Manhã 16 de Outubro de 2019 às 11:30
Palácio Teles de Menezes
Palácio Teles de Menezes
Palácio Teles de Menezes
Palácio Teles de Menezes
Palácio Teles de Menezes
Palácio Teles de Menezes
Palácio Teles de Menezes
Palácio Teles de Menezes
Palácio Teles de Menezes
José María Carmo é um artista plástico e ex-músico espanhol que se apaixonou por Lisboa. Dono de um palácio na Graça, um dos bairros mais tipícos da cidade, vê-se agora envolvido numa polémica que envolve a falta de estacionamento na capital portuguesa e cuja história já é notícia na imprensa espanhola.

Em 2017, José María Carmo comprou o Palácio Teles de Menezes, construído no século XVII, no Largo de S. Vicente, por 3,5 milhões de euros. Agora, a EMEL construiu um parque de estacionamento mesmo ao lado da propriedade do ex-músico, mas apenas o piso inferior funciona.

O artista alega que a instalação do equipamento na parte superior coloca em causa a sua segurança e privacidade, uma vez que de lá é possível ver os jardins e os terraços onde este costuma dar festas com convidados do mundo artistíco e das elites europeias.

O parque começou a ser construído pela empresa municipal para colmatar a falta de estacionamento e as dificuldades dos munícipes em encontrar lugar para o carro naquele bairro, no qual as ruas são muito estreitas e em que a maioria das casas não possui garagem.

De acordo com a imprensa espanhola, a providência cautelar foi aceite, mas ainda não há uma decisão final sobre a utilização futura do piso superior do parque.
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