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Correio da Manhã

Portugal

Braga quer ser Capital da Cultura em 2027

Ricardo Rio acredita que a cidade reúne requisitos e potencial necessário para vencer candidatura.
Fátima Vilaça 29 de Abril de 2017 às 09:33
Câmara Municipal de Braga quer que a cidade seja capital europeia da cultura em 2027. Candidatura avança em breve
Câmara Municipal de Braga
Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga
Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga
Câmara Municipal de Braga quer que a cidade seja capital europeia da cultura em 2027. Candidatura avança em breve
Câmara Municipal de Braga
Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga
Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga
Câmara Municipal de Braga quer que a cidade seja capital europeia da cultura em 2027. Candidatura avança em breve
Câmara Municipal de Braga
Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga
Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga
"Queremos ser Capital Europeia da Cultura em 2027. Há um eixo que consideramos fundamental para que isso seja possível, que é o compromisso dos agentes e dos bracarenses. Todos, em conjunto, podemos trabalhar para o sucesso desta candidatura". O desejo foi manifestado ontem por Ricardo Rio, que se mostrou convicto de que a cidade tem todas as condições para ganhar, explicando que 2027 é o ano em que uma cidade portuguesa tem novamente a oportunidade de se candidatar.

O anúncio foi feito pelo autarca durante a inauguração das novas instalações do Arquivo Distrital de Braga e do Centro Interpretativo da Universidade do Minho, localizadas na rua Abade da Loureira. A cerimónia contou com a presença do Ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, e da secretária de Estado, Fernanda Rollo.
Segundo o autarca, Braga reúne todos os requisitos e possui o potencial necessário para ser uma "extraordinária" Capital Europeia da Cultura.

Como explicou Ricardo Rio, a candidatura está a ser trabalhada com muita ambição e vontade de vencer. "Queremos que a candidatura corporize o imenso potencial que existe em Braga, nomeadamente a programação cultural, interação com a comunidade e a formação de novos públicos, que são dimensões fundamentais deste projeto", adiantou.

As novas instalações do centenário Arquivo Distrital de Braga e do Centro Interpretativo da Universidade do Minho permitem que o espólio, que estava no largo do Paço, fosse transferido para um local que garante todas as condições de segurança e preservação.
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