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Correio da Manhã

Portugal
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Chaminé em risco deixa moradores alarmados

Possibilidade de queda levou a Proteção Civil a intervir, proibindo o acesso ao espaço.
João Saramago 29 de Abril de 2017 às 09:33
Fissuras na chaminé levaram à intervenção da Proteção Civil de Almada, que isolou a área em torno da estrutura
Fissuras na chaminé levaram à intervenção da Proteção Civil de Almada, que isolou a área em torno da estrutura
Fissuras na chaminé levaram à intervenção da Proteção Civil de Almada, que isolou a área em torno da estrutura
Fissuras na chaminé levaram à intervenção da Proteção Civil de Almada, que isolou a área em torno da estrutura
Fissuras na chaminé levaram à intervenção da Proteção Civil de Almada, que isolou a área em torno da estrutura
Fissuras na chaminé levaram à intervenção da Proteção Civil de Almada, que isolou a área em torno da estrutura
Fissuras na chaminé levaram à intervenção da Proteção Civil de Almada, que isolou a área em torno da estrutura
Fissuras na chaminé levaram à intervenção da Proteção Civil de Almada, que isolou a área em torno da estrutura
Fissuras na chaminé levaram à intervenção da Proteção Civil de Almada, que isolou a área em torno da estrutura
Fissuras na chaminé levaram à intervenção da Proteção Civil de Almada, que isolou a área em torno da estrutura
Fissuras na chaminé levaram à intervenção da Proteção Civil de Almada, que isolou a área em torno da estrutura
Fissuras na chaminé levaram à intervenção da Proteção Civil de Almada, que isolou a área em torno da estrutura
O estado da chaminé da antiga fábrica do tijolo, em Vale Figueira, no concelho de Almada, está a preocupar os moradores devido ao risco de queda. A Proteção Civil de Almada vedou o acesso ao largo onde está instalada a estrutura, mas para os residentes é desejável que as obras comecem o quanto antes.

"É uma preocupação para quem frequente a zona. Há sempre o receio de que a chaminé ceda e ocorra uma desgraça", referiu Vanda Coimbra, residente na Sobreda. Uma posição partilhada por Patrícia Marrafa, que mora num apartamento mesmo em frente da chaminé.

A professora de 41 anos conta que "a câmara deveria começar logo as obras". "Tenho dois filhos pequenos e não os deixo aproximarem-se do local. Penso que é perigoso. Embora nunca tenha visto cair qualquer tijolo, a verdade é que há dias em que, de manhã, há restos de tijolo espalhados pelo passeio", disse.

Os moradores também contestam a ocupação de alguns lugares de estacionamento, integrados no espaço destinado ao perímetro de segurança marcado pela Proteção Civil. "Numa zona com várias lojas acaba por ser difícil estacionar. Seria vantajoso para o comércio que as obras fossem feitas", disse António Marques, também morador nesta zona da Sobreda.

A decisão de isolar o local foi tomada depois de, em outubro de 2013, a Junta de Freguesia da Charneca de Caparica/Sobreda ter solicitado uma inspeção porque a chaminé apresentava fissuras. Sem uma data para avançar com as obras, a Câmara de Almada explicou ao CM que "está a ser elaborado um projeto para a reabilitação estrutural da chaminé".
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