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Correio da Manhã

Portugal
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Compras de última hora enchem Baixa do Porto

Dia que antecede véspera de Natal marcado pela afluência aos shoppings e lojas de rua.
Patrícia Lima Leitão 24 de Dezembro de 2017 às 07:34
Azáfama natalícia na Baixa do Porto
Azáfama natalícia na Baixa do Porto FOTO: CMTV
A tradição de deixar as compras para a última da hora ainda é o que era e, na Baixa do Porto, ao longo do dia de ontem, a azáfama fez-se notar com os últimos preparativos para a noite de consoada a serem concretizados. O dia que antecede a véspera de Natal ficou ainda marcado pela afluência aos shoppings e alguns condicionamentos no trânsito.

"Já fiz a maior parte das compras, mas deixo sempre uma prenda para o último dia para alguém mais especial. Também faz parte do espírito deixar para a última hora, já é uma tradição dos portugueses", disse Mário Teixeira, para quem o orçamento pouco conta.

"Para as pessoas do coração, uma prenda mais barata pode significar muito mais que uma cara. Os beijos e abraços são as melhores prendas", concluiu.

Se há quem demore mais na esperança de ter melhores preços para comprar os presentes, há também quem trate de tudo com tempo.

"Já fiz tudo. Agora é só esperar o Natal. Compro sempre com alguma antecedência porque pode sempre acontecer algum imprevisto à última hora", afirmou Jorge Freitas, acompanhado do filho Pedro, de oito anos, que escreveu uma carta ao Pai Natal a pedir um telescópio.

"Portei-me bem, por isso acho que mereço", exclamou, entusiasmado.

O comércio tradicional foi uma das preferências dos portuenses. "As pessoas podem cá vir comprar aquele produto mais regional que está a faltar na mesa.

Este ano, o comércio está jeitoso e os portuenses estão a gastar mais que nos últimos dois anos", referiu Alberto Rodrigues, dono da centenária Mercearia do Bolhão. A maior parte das lojas fecha hoje às 18h00.
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