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Correio da Manhã

Portugal
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Dia histórico no Cachão com a retirada do lixo

Autarcas apontam à recuperação ambiental e económica. Auguram futuro risonho.
Tânia Rei 23 de Outubro de 2018 às 09:32
Operação de remoção do lixo começou e tem um custo total de 266 mil euros. Pode ficar concluída até final do ano
Operação de remoção do lixo começou e tem um custo total de 266 mil euros. Pode ficar concluída até final do ano
Operação de remoção do lixo começou e tem um custo total de 266 mil euros. Pode ficar concluída até final do ano
Operação de remoção do lixo começou e tem um custo total de 266 mil euros. Pode ficar concluída até final do ano
Operação de remoção do lixo começou e tem um custo total de 266 mil euros. Pode ficar concluída até final do ano
Operação de remoção do lixo começou e tem um custo total de 266 mil euros. Pode ficar concluída até final do ano
Operação de remoção do lixo começou e tem um custo total de 266 mil euros. Pode ficar concluída até final do ano
Operação de remoção do lixo começou e tem um custo total de 266 mil euros. Pode ficar concluída até final do ano
Operação de remoção do lixo começou e tem um custo total de 266 mil euros. Pode ficar concluída até final do ano
Começaram a ser retiradas, esta segunda-feira, as cerca de quatro toneladas de lixo acumuladas no Complexo Agro-Industrial do Cachão, em Mirandela. Um ‘dia histórico’ para o centro de empresas, que agora sonha com uma nova vida.

O contrato de adjudicação do serviço foi assinado há duas semanas, com a empresa vencedora, a Ferrovial. O prazo de execução é de 120 dias, mas os trabalhos podem ficar concluídos até ao final do ano. O custo é de 266 mil euros, financiados pelo Fundo Ambiental.

Os resíduos, essencialmente plástico prensado, ficaram para trás depois de dois incêndios, em setembro de 2013 e de fevereiro de 2016, em armazéns da empresa de reciclagem Mirapapel.

"É um dia histórico, também para os habitantes locais e para os funcionários. Iniciámos a fase mais importante, que é a retirada do lixo, para podermos iniciar a requalificação ambiental e a instalação de novas empresas", afirmou Júlia Rodrigues, autarca mirandelense.

"Uma data histórica", concorda Fernando Barros, presidente da Câmara de Vila Flor e do Conselho de Administração do Cachão. A prioridade será a "recuperação ambiental e económica", frisa o autarca.

Ao fim de cinco anos de espera, a população quis ir ver com os próprios olhos. "Disseram que estavam a descarregar as máquinas. Com grande ansiedade, fomos ver. Estamos muito felizes", contou Domitília Freitas. "Aquando dos incêndios, foi uma miséria. Não podíamos ter a roupa estendida, e havia ratos e baratas", vinca.

O Complexo Agro-Industrial do Cachão foi fundado durante a década de 60 e chegou a empregar mais de mil pessoas até à década de 70.
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