Barra Cofina

Correio da Manhã

Portugal

Dois milhões chamados para rastreios de cancro

Utentes vão ser convocados pelos Centros de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.
Edgar Nascimento e António Miguel 6 de Julho de 2017 às 08:43
Rosa Valente de Matos, presidente da ARSLVT, Manuel Roque (CH Setúbal) e Carlos Martins (CH Lisboa Norte, à dir.)
Rastreio de cancro
Rastreio de cancro
A colonoscopia é um exame essencial para o diagnóstico do cancro do cólon
Rosa Valente de Matos, presidente da ARSLVT, Manuel Roque (CH Setúbal) e Carlos Martins (CH Lisboa Norte, à dir.)
Rastreio de cancro
Rastreio de cancro
A colonoscopia é um exame essencial para o diagnóstico do cancro do cólon
Rosa Valente de Matos, presidente da ARSLVT, Manuel Roque (CH Setúbal) e Carlos Martins (CH Lisboa Norte, à dir.)
Rastreio de cancro
Rastreio de cancro
A colonoscopia é um exame essencial para o diagnóstico do cancro do cólon
A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) vai avançar com o rastreio dos cancros do colo do útero e do cólon e reto, destinado a dois milhões de utentes. O investimento é de seis milhões de euros no primeiro ano.

Com arranque a 20 de julho, o programa vai envolver 15 agrupamentos de centros de saúde (ACES), num total de 434 unidades de saúde, e os hospitais Garcia de Orta (Almada) e Instituto Português de Oncologia e os centros hospitalares de Lisboa Norte, Lisboa Ocidental e de Setúbal.

A fase piloto terá lugar em quatro unidades de saúde na Península de Setúbal, com o objetivo de atingir 15 mil utentes (cancro do colo do útero), e 18 500 utentes (cancro do cólon e reto). O rastreio será alargado a partir de 4 de setembro aos hospitais, seguindo-se os restantes agrupamentos de centros de saúde, por fases, ao longo deste ano e de 2018.

O objetivo é que até ao final de 2018, 940 mil mulheres tenham feito o exame para o cancro do colo do útero e um milhão de homens para o cancro do cólon e reto.

Os utentes vão receber uma carta do centro de saúde a comunicar a data do exame, que será gratuito e isento de taxa moderadora.

No caso do cancro do colo do útero, as mulheres fazem uma colheita para analisar a presença do vírus do Papiloma Humano, devendo fazer este rastreio as mulheres com idades entre os 30 e os 65 anos. Para o cancro do cólon e reto, os homens terão de obter um kit de recolha de fezes e entregar uma amostra para análise.

Os casos que apresentem evidências devem fazer colonoscopia no prazo de 30 dias.
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)