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Correio da Manhã

Portugal
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Erro de empresa deixou os bombeiros sem água

Corporação de Leixões ficou durante 12 horas sem água para combater fogos.
Patrícia Lima Leitão 17 de Setembro de 2017 às 09:28
Bombeiros de Leixões, em Matosinhos, perceberam imediatamente que caso resultava de um erro técnico
Bombeiros de Leixões, em Matosinhos, perceberam imediatamente que caso resultava de um erro técnico
Bombeiros de Leixões, em Matosinhos, perceberam imediatamente que caso resultava de um erro técnico
Bombeiros de Leixões, em Matosinhos, perceberam imediatamente que caso resultava de um erro técnico
Bombeiros de Leixões, em Matosinhos, perceberam imediatamente que caso resultava de um erro técnico
Bombeiros de Leixões, em Matosinhos, perceberam imediatamente que caso resultava de um erro técnico
Durante 12 horas, os Bombeiros de Leixões, em Matosinhos, estiveram sem água para abastecer os autotanques de combate a incêndios, devido a um erro de uma equipa da Indaqua, empresa de águas que realizava a manutenção de uma conduta.

O incidente, que aconteceu cerca das 10h00 de sexta-feira, ficou resolvido pelas 22h00. O caso indignou toda a corporação, que deu pela falta de água quando se preparava para abastecer um veículo, que regressava de uma manutenção.

"De manhã, uma equipa da Indaqua veio fazer uma intervenção no contador e a intenção deles era cortar a água que serve um jardim público mas, por lapso, cortaram a nossa água de emergência para fogos", contou Pedro Tabuada, comandante da corporação, que lamenta o caso, e que acrescenta que a água dos serviços internos não foi afetada pelo corte.

Após contactar a Junta de Freguesia e a Câmara, a corporação viu o caso ser resolvido, mas só 12 horas depois.

"Felizmente não houve a necessidade de dar uso aos autoanques na sexta-feira, mas, caso contrário, não sei como faríamos. Podíamos ir a uma das bocas de incêndio da cidade abastecer mas retirar de lá 17 mil litros iria causar transtornos", afirmou Pedro Tabuada.

Desde o primeiro momento que ficou sem água, a corporação acreditou-se tratar-se de um lapso.

"Estamos a falar de uma situação muito grave, acho que só por lapso é que alguém cortaria a água aos bombeiros. Não existe nenhuma dívida porque esta água não é cobrada, é pública, portanto pensámos logo em alguma confusão burocrática", concluiu o comandante da corporação.
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