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Correio da Manhã

Portugal
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Exigência e mérito dão origem a médias altas na Escola do Restelo

Estabelecimento de ensino é o mais bem classificado na região de Lisboa, com média de 122,54 pontos.
Bernardo Esteves 16 de Fevereiro de 2019 às 10:12
Restelo teve 1032 exames realizados
Júlio Santos dirige o Agrupamento de Escolas
Matilde Stichini frisa que há exigência
Mónica Guimarães diz que nos exames as notas sobem
Restelo teve 1032 exames realizados
Júlio Santos dirige o Agrupamento de Escolas
Matilde Stichini frisa que há exigência
Mónica Guimarães diz que nos exames as notas sobem
Restelo teve 1032 exames realizados
Júlio Santos dirige o Agrupamento de Escolas
Matilde Stichini frisa que há exigência
Mónica Guimarães diz que nos exames as notas sobem
A Escola do Restelo voltou a ter a média mais alta, de entre as escolas públicas, da região de Lisboa no Ensino Secundário, com média de 122,54 pontos em 1032 exames realizados em 2018. O ranking das escolas do Correio da Manhã é publicado com a edição deste sábado.

"O principal fator é o mérito dos alunos, cujo contexto socioeconómico também pesa, e a seguir a competência e dedicação dos professores", afirma o diretor do Agrupamento de Escolas do Restelo, Júlio Santos. Os alunos apontam sobretudo a exigência dos professores como o motivo do sucesso.

"Os professores são exigentes e os testes mais complicados do que noutras escolas", afirma a aluna Matilde Stichini. Já Francisco Simões nota que os professores "não dão só a matéria mas também nos passam o amor pelo saber".

Mónica Guimarães, aluna, explica que os professores "são muito exigentes" e que "apesar de isso poder descer a média interna, depois no exame as notas sobem imenso".

A escola tem sido notícia pela degradação das instalações, mas já se iniciou a requalificação.

"A primeira fase está concluída e foram substituídas as coberturas e recuperado um pavilhão. Este ano e em 2020 vamos continuar a remodelação", revela o diretor.

Uma das maiores carências da escola é a inexistência de um pavilhão desportivo. "Depois da remodelação ficará só a faltar ter um pavilhão desportivo, mas estamos a trabalhar com a Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e a Câmara de Lisboa para construir um que sirva a escola e a comunidade", revela Júlio Santos.
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